segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Pixel, resolução, profundidade de cor e tamanho do ficheiro

Pixel é o menor elemento num dispositivo de exibição, ao qual é possível atribuir-se uma cor, ou seja, um pixel é o menor ponto que forma uma imagem digital, sendo que o conjunto de milhares de pixels formam a imagem inteira.

Imagem 1 - Pixels

Imagem 2 - Pixels de uma imagem

Resolução de imagem descreve o nível de detalhe que uma imagem comporta. As unidades de resolução podem ser ligadas a tamanhos físicos ou ao tamanho total de uma figura. Quanto maior a resolução de uma imagem, maior será o tamanho do ficheiro de armazenamento.
 
Imagem 3 - Resolução de imagem


Imagem 4 - Resolução de imagem

Profundidade de cor é um termo da computação gráfica que descreve a quantidade de bits usados para representar a cor de um único pixel numa imagem bitmap. Este conceito é conhecido também como bits por pixel (bpp), particularmente quando especificado junto com o número de bits usados. Quanto maior a quantidade da profundidade da cor presente na imagem, maior é a escala de cores disponível.

Imagem 5 - Profundidade de cor


Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Pixel
http://pt.wikipedia.org/wiki/Resolu%C3%A7%C3%A3o_de_imagem
http://pt.wikipedia.org/wiki/Profundidade_de_cor
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quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Cor

Agora vamos falar um pouco sobre a cor.


A cor é uma perceção visual provocada pela ação de um feixe de fotões sobre células especializadas da retina, que transmitem através de informação pré-processada no nervo ótico, impressões para o sistema nervoso. 
A cor é percebida através da visão. O olho humano é capaz de perceber a cor através dos cones. A perceção da cor é muito importante para a compreensão de um ambiente.

Imagem 1 - Ambiente aquático colorido
 
Imagem 2 - Camaleão colorido



Visão escotópica é a visão produzida pelo olho em condições de baixa luminosidade. Em algumas espécies, particularmente as adaptadas a atividade noturna e com grande desenvolvimento da visão noturna, como o besouro-elefante, existe perceção das cores em situações de quase escuridão. No olho humano os cones não funcionam em condições de baixa luminosidade, o que determina que a visão escotópica seja produzida exclusivamente pelos bastonetes, o que impossibilita a perceção das cores.

Visão fotópica é a designação dada à sensibilidade do olho em condições de intensidade luminosa que permitam a distinção das cores. Na generalidade dos casos a visão fotópica corresponde à visão diurna. No olho humano a visão fotópica faz-se principalmente pela ativação dos cones que se encontram na retina.

Imagem 3 - Visão escotópica e fotópica


Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Cor#Percep.C3.A7.C3.A3o_da_cor
http://pt.wikipedia.org/wiki/Vis%C3%A3o_escot%C3%B3pica
http://pt.wikipedia.org/wiki/Vis%C3%A3o_fot%C3%B3pica
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Imagem

Terminada a subunidade TEXTO, vamos agora iniciar a subunidade IMAGEM.


Uma imagem digital é a representação de uma imagem bidimensional usando números binários codificados de modo a permitir o seu armazenamento, transferência, impressão ou reprodução, e o seu processamento por meios eletrónicos.

As imagens são utilizadas em diversos meios, como em revistas, jornais, blogs e publicidade. Estas servem para captar a atenção, sensibilizar e dar informação acrescida às pessoas, entre outras finalidades.

Imagem 1 - Revistas
Imagem 2 - Jornal
Imagem 3 - Blog
Imagem 4 - Publicidade



"Uma imagem vale mais que 1000 palavras."

Ouvimos muitas vezes esta frase. Como já referimos, uma imagem capta mais a nossa atenção do que simples palavras. Para além disso, uma imagem é subjetiva, ou seja, um grupo de pessoas pode fazer diferentes interpretações de uma mesma imagem, pois cada um tem a sua maneira de ver a realidade.

Imagem 5 - Várias imagens que nos remetem a vários pensamentos


Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem_digital
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segunda-feira, 3 de novembro de 2014

NoPhone, o telefone que não é telefone!

Este "smartphone" foi criado para aqueles que sofrem de nomofobia, o medo irracional de sair de casa sem o telefone.
Não permite fazer chamadas, nem tirar fotos, nem tem Bluetooth, nem vive de bateria, mas, pretende ajudar aqueles que vivem agarrados ao telemóvel a superar o vício.

Imagem 1 - NoPhone

O projeto teve início pelas mãos da NoPhone Team, que consiste num grupo de amigos provenientes dos EUA e da Holanda: Van Gould, Ingmar Larsen e Ben Langeveld. A ideia surgiu numa noite num bar quando este grupo estava a “socializar”, no sentido de estarem a olhar para os telemóveis, levantando a cabeça ocasionalmente para pedir uma bebida.
“Lançamos este KickStarter para dar às pessoas o que elas querem, uma vida com contacto visual direto, e capacidades conversacionais melhoradas. Uma vida além de um smartphone. Uma vida de NoPhone (sem telemóvel)”, pode-se ler no perfil da equipa NoPhone.

NoPhone é leve, dá a sensação de ter um telemóvel a sério na mão, não se dobra de maneira nenhuma e garante a privacidade dos dados do seu utilizador. Foi ainda acrescentado um upgrade, que permite que o dono de um NoPhone, através de um espelho, possa “partilhar” selfies com os amigos em tempo real, e ainda “adicionar um hashtag sincronizando o cérebro e as cordas vocais”.

Imagem 2 - Selfie "tirada" com o NoPhone

A iniciativa tem dado que falar na Internet, tendo uns já demonstrado interesse em adquirir este telemóvel, e outros considerando-o como uma “piada”. 

Ficamos a saber desta notícia através do programa "O homem que mordeu o cão" da Rádio Comercial.



Fontes:
http://p3.publico.pt/vicios/hightech/14004/nophone-o-telemovel-que-nao-e-um-telemovel   
https://www.youtube.com/watch?v=F3WTJcHCof4
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Nuvem de palavras

Uma nuvem de palavras é uma imagem que destaca palavras e termos que ocorrem com mais frequência em textos, blogs ou base de dados.
Criamos uma nuvem de palavras com as palavras do nosso blog, a partir do site Tagxedo.

Imagem 1 - Nuvem de palavras


Fontes:
http://www.tagxedo.com/

Fontes tipográficas

Fizemos uma pesquisa da história de uma fonte bitmapped e de uma fonte escalada.


A fonte bitmapped que escolhemos foi a Courier.
Courier é uma fonte tipográfica mono-espaçada, de serifa egípcia, projetada para assemelhar a saída de uma batida de máquina de escrever. A tipografia foi projetada por Howard "Bud" Kettler em 1955.

Imagem 1 - Courier


A fonte escalada que escolhemos foi a Times New Roman.
A Times New Roman é uma família tipográfica serifada criada em 1931 para uso do jornal inglês The Times of London. Hoje é considerada o tipo de fonte mais conhecido e utilizado ao redor do mundo. O seu nome é proveniente do jornal (Times) e também a uma releitura das antigas tipografias clássicas (New Roman).
Os desenhos originais foram feitos por Victor Lardent, sob a supervisão de Stanley Morison, no próprio jornal The Times. A fonte passou então por um extenso período de aperfeiçoamento e revisão no escritório da Monotype, uma empresa especializada no desenho de tipos.

Imagem 2 - Times New Roman


Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Times_New_Roman
http://pt.wikipedia.org/wiki/Courier
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quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Fontes tipográficas, tipos de fontes bitmapped e escaladas

No âmbito dos conteúdos programáticos tipo de média TEXTO, vamos falar de fontes tipográficas e tipos de fontes bitmapped e escaladas.


Os tipos de letra são criados, desenhados ou construídos por designers individuais que geralmente trabalham na obscuridade, mas cuja obra utilizamos todos os dias.
Uma fonte tipográfica é um padrão, variedade ou coleção de caracteres tipográficos com o mesmo desenho ou atributos e, por vezes, com o mesmo tamanho.
As fontes tipográficas são classificadas segundo as suas principais características, as serifas. Na tipografia, as serifas são os pequenos traços e prolongamentos que ocorrem no fim das hastes das letras.

Imagem 1 - Fontes tipográficas


As fontes bitmapped são guardadas como uma matriz de pixels e, por conseguinte, ao serem ampliadas, perdem a qualidade. São concebidas com uma resolução e um tamanho específicos para uma impressora especifica, não podendo ser escaladas. As cinco fontes bitmapped são: courier, MS Sans Serif, MS Serif, Small e Symbol. 


As fontes escaladas, ao contrário das fontes bitmapped, são definidas matematicamente e podem ser interpretadas (rendering) para qualquer tamanho que forem requisitadas. Estas fontes contêm informação para construir os seus contornos através de linhas e curvas que são preenchidas para apresentarem um aspeto de formas contínuas, tais como as fontes TYPE1, TRUE TYPE e OPEN TYPE.

Imagem 2 - Fontes bitmapped e escaladas


Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Fonte_tipogr%C3%A1fica
http://www.chrdesigner.com/classificacao-das-fontes-tipograficas/#arvlbdata
http://www.microsoft.com/typography/fontinfo/pt/
http://ai-b.blogs.sapo.pt/4330.html
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